O texto discorre a cerca das possíveis e diferentes interpretações de língua, sujeito, texto e sentido, embasando concepções dos mesmos e atrelando-os, buscando mostrar sua interdependência. Estabelecida tal vinculação, o sujeito será definido a partir do conceito estabelecido de língua, e texto e sentido a partir do conceito de sujeito. Assim, tem-se a língua enquanto representação do pensamento, estrutura ou lugar de interação, para as quais se coloca o sujeito como cartesiano (ativo), anônimo (passivo) ou interativo, respectivamente. O sujeito ativo é dono do seu pensamento, remete ao leitor aquilo que pensa e este tenta captá-lo à maneira como foi idealizado; o sujeito passivo crê que seu pensamento é fruto de suas verdades, mas é visto apenas como ponte para o que a sociedade pensa seja repassado; o sujeito interativo é uma mescla dos anteriores, simbolizando um equilíbrio entre ambos. Determinadas estas percepções, o texto pode ser a representação física do pensamento, o resultado de uma mensagem imposta ao sujeito ou uma interação. Os sentidos são múltiplos e dependerão do “onde procurar” do leitor, guiado pelas “pistas” deixadas pelo sujeito. Por fim, o texto trata estes elementos como peças de um jogo no qual o objetivo é transmitir uma mensagem, comunicar.
terça-feira, 3 de março de 2009
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Muito bom resumo, Elisa!
ResponderExcluirAbç
Prof. Xavier