As duas vertentes de discurso apontadas pelo autor do texto “A ação dos verbos introdutores de opinião” encontram-se um tanto quanto obsoletas, e isso é facilmente percebido. Por ter sido escrito em uma época turbulenta como foi a ditadura militar no Brasil, a tipologia de discursos definida (Discursos do Poder e Discursos Populares) é fortemente influenciada por esse contexto. Ademais, o correr dos anos moldou uma realidade diferente, e, portanto, acho necessário redefinir os tipos de discurso.
Uma visão geral da conjuntura atual revela, a meu ver, três grandes influências para a sociedade: a mídia, a política e o povo. Acho coerente que se perceba quão fortemente elas agem na vinculação de uma informação e/ou opinião. Por isso, defini três tipos de discurso: Discursos da Mídia, Discursos dos Partidos e Discursos Populares. Procurei discernir com clareza o uso específico de alguns verbos para cada discurso, enfatizando a influência e o público que cada vertente busca atingir.
Os Discursos da Mídia são representados pelos veículos de comunicação, e aí se encaixam desde outdoors e panfletos aos grandes meios, como a televisão, os jornais e o rádio. Neste tipo, vejo o claro intuito de persuasão. Mais que informar, a mídia quer convencer seu ouvinte/leitor de algo. Não que os outros discursos não o pratiquem, mas aqui percebo o convencimento como um objetivo que ultrapassa a grande função atribuída à mídia: informar. São comuns verbos no imperativo, bem como pouco uso de formas que possam trazer dúvidas. Têm-se: declarar, confirmar, trazer, confirmar, ao passo que verbos como sugerir, considerar, lembrar são praticamente esquecidos.
Também com o forte intuito de convencimento, os Discursos dos Partidos beiram a “propaganda enganosa”, isso quando não são sua representante máxima. Apesar das construções enfáticas como prometer, estar certo de, comprometer-se, pedir, acreditar, a verdade nem sempre é prioridade, o que os torna discursos frouxos, pouco convincentes e dúbios.
Ausente um objetivo claro, os Discursos Populares são quase que totalmente opinativos. Portanto, o relato das opiniões deve ser imparcial e sem compromisso com a veracidade do que é dito, posto que se trata apenas de uma exposição do pensamento de alguém. Cabe ao leitor/ouvinte concordar ou não. São comuns: dizer, achar, contar, gostar, pensar.
Uma visão geral da conjuntura atual revela, a meu ver, três grandes influências para a sociedade: a mídia, a política e o povo. Acho coerente que se perceba quão fortemente elas agem na vinculação de uma informação e/ou opinião. Por isso, defini três tipos de discurso: Discursos da Mídia, Discursos dos Partidos e Discursos Populares. Procurei discernir com clareza o uso específico de alguns verbos para cada discurso, enfatizando a influência e o público que cada vertente busca atingir.
Os Discursos da Mídia são representados pelos veículos de comunicação, e aí se encaixam desde outdoors e panfletos aos grandes meios, como a televisão, os jornais e o rádio. Neste tipo, vejo o claro intuito de persuasão. Mais que informar, a mídia quer convencer seu ouvinte/leitor de algo. Não que os outros discursos não o pratiquem, mas aqui percebo o convencimento como um objetivo que ultrapassa a grande função atribuída à mídia: informar. São comuns verbos no imperativo, bem como pouco uso de formas que possam trazer dúvidas. Têm-se: declarar, confirmar, trazer, confirmar, ao passo que verbos como sugerir, considerar, lembrar são praticamente esquecidos.
Também com o forte intuito de convencimento, os Discursos dos Partidos beiram a “propaganda enganosa”, isso quando não são sua representante máxima. Apesar das construções enfáticas como prometer, estar certo de, comprometer-se, pedir, acreditar, a verdade nem sempre é prioridade, o que os torna discursos frouxos, pouco convincentes e dúbios.
Ausente um objetivo claro, os Discursos Populares são quase que totalmente opinativos. Portanto, o relato das opiniões deve ser imparcial e sem compromisso com a veracidade do que é dito, posto que se trata apenas de uma exposição do pensamento de alguém. Cabe ao leitor/ouvinte concordar ou não. São comuns: dizer, achar, contar, gostar, pensar.

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